
Qual o momento exato em que começamos a decidir a nossa vida? Quem testou nossos pais pra saber se seriam capazes de escolher o que seria melhor pra gente? Quando eles escolhem nosso colégio, será que tem a consciência de que esse lugar vai marcar a nossa história pra sempre?
Miguel Arango

Sim, eu sou idiota ao ponto de ter medo de gostar de alguém. Sim, por causa de um babaca que apareceu na minha vida eu tenho essa defesa. Sim, sofro por conta disso, já que tenho a mania de não me entregar, de desconfiar, de ter quase toda certeza que ele vai me deixar quando souber que eu sinto algo a mais, de não acreditar que vai durar, de não gostar de amar por ter quase toda certeza que nunca alguém vai ser capaz de me pedir em namoro e querer ficar comigo, por anos, dividir comigo todas as experiências. Quero tanto alguém pra mim, não quero achar a minha metade, quero alguém inteiro, com suas próprias opiniões e personalidade, que consiga conviver comigo por um período bom de tempo, que me faça ver que existe sim o amor correspondido, que me faça não ter mais medo de amar. (A.M.)

“Homem que é homem” é o caralho! Se o cara te ama ele vai pegar na tua mão, na tua coxa e na tua bunda. Ele vai borrar seu rímel e seu batom de propósito e depois vai rir da tua cara. Vai te ligar de madrugada e dizer que não para de pensar em você, mas também vai te mandar mensagem só pra te acordar e te deixar irritada, assim como ele pode nem ligar e nem mandar mensagem, mas isso não significa que ele não te ama. Vai te elogiar quando você não estiver arrumada mas vai gargalhar quando te ver com o cabelo todo desgrenhado. Vai te chamar de ”minha pequena, minha linda” e também de ”minha gostosa”. Ele vai largar as outras pra ficar contigo mas quando passar alguma menina bonita ele vai olhar e ainda vai comentar contigo: “gostosa, né?” só pra te ver com ciúmes. Ele vai te fazer feliz, mas ele também vai falhar algumas vezes, porque assim como você, ele não é perfeito.
Autor Desconhecido

No dia em que te conheci você me disse que nunca se apaixonaria. Agora que eu entendo você eu vejo que, na verdade, era medo. Agora estamos aqui, tão perto, mas mesmo assim tão longe, eu não fui aprovada no teste? Quando você vai perceber que eu não sou como o resto? Não quero quebrar seu coração, apenas quero dar um tempo à ele, eu sei que você está assustado, é errado, como se você fosse cometer um erro. Só temos uma vida pra viver e não temos tempo pra esperar, pra desperdiçar, então me deixe dar um tempo pro seu coração. No domingo, você foi pra casa sozinho com lágrimas nos olhos, eu liguei pro seu celular, meu amor, mas você não atendeu. O mundo pode ser nosso se quisermos, podemos tomá-lo se você segurar minha mão, agora não há volta, tente entender. Quando os seus lábios estão nos meus, os nossos corações batem como um só, mas você escorre entre meus dedos toda vez que foge. Porque já te machucaram antes, eu posso ver em seus olhos, você tenta afugentar com um sorriso, mas algumas coisas não se disfarçam. Não quero partir seu coração, talvez eu possa aliviar a dor, então me deixe dar um tempo ao seu coração.
Demi Lovato - Give your Heart a Break
Como eu amo você love. A primeira pessoa que procuro no chat, a primeira pessoa que penso quando acontece algo, aquele que percebe quando eu sumo e me dá uma bronca por ter sumido, ele me conta dos casos amorosos dele, eu conto minhas decepções com os garotos e depois a gente ri dizendo que temos um relacionamento e que somos a alma gêmea um do outro. Eu não consigo ficar um dia sem falar com você, morro de saudades quando isso acontece e não tenho medo nenhum em dizer que sinto sua falta. Nossa amizade foi tão de repente, tão do nada que muita gente duvida desse nosso amor meio sem jeito e sem explicação. Eu te amo de graça e tenho orgulho de dizer que minha alma gêmea é meu melhor amigo. (A.M.)
| Ele : | Ei pequena, ta tão tristinha... é amor? |
| Ela : | Não, o amor não deixa a gente triste, quem deixa são as pessoas. |
![[…]
Na manhã seguinte, já éramos melhores amigos. Cantamos todas as músicas do Radiohead tão alto que a vizinha de baixo bateu com o cabo da vassoura no teto. Fizemos campeonato de quem imitava melhor a dança epilética do Ian Curtis, falamos mal das meninas que usavam saltos muito altos nos domingos ensolarados, pulamos de alegria quando descobrimos que estávamos lendo o mesmo livro do Philiph Roth e ele instalou todos os aparatos eletroeletrônicos que, assim como eu, aguardavam um homem inteligente dentro de uma caixinha semi aberta.
Ele foi embora se despedindo de mim com um beijo amigo e pela primeira vez na vida achei essa ideia ótima “ele está indo embora sem promessas de amor eterno e eu não estou sofrendo nem um pouco com isso”.
Sem mensagenzinhas de carinho ou e-mails fofos, seis dias depois nos encontramos de novo para mais uma maratona de sexo sem amor, e assim ficamos por uma vida. Com intervalos para quando ele arrumava uma namorada ou eu achava que arrumava um namorado. Era leve, divertido, gostoso e uma experiência incrível para a minha pessoa ciumenta: eu ajudava ele a paquerar em baladas e me divertia quando ele ligava na manhã seguinte “a mala da mina apaixonou, e agora?” E agora vamos no cinema mais tarde. E pronto.
Esse ano ainda não havíamos nos encontrado. Ele porque arrumou uma mulher bem ao seu estilo (que escolhe restaurante que aceita Visa Vale, usa chinelas crocs com meias de lã coloridas e super se preocupa mesmo com aquelas passeatas dentro do prédio de sociais da USP) e eu porque estava tão apaixonada por outra pessoa que preferia deitar na cama sozinha, só com a voz dele do outro lado da linha, a milhões de quilômetros de mim.
Ontem nos encontramos numa festa de um amigo em comum. Ele estressado, com a menina ciumenta ligando no seu celular de meia em meia hora; e eu pelos cantos, suspirando por mais um amor perdido pelo excesso.
Ficamos abraçados por horas. Meu coração não disparou e nem o dele. E só por isso o abraço durou tanto. (Tati Bernardi - Tudo Errado)](http://25.media.tumblr.com/tumblr_m10cytIrZz1qcwiloo1_500.jpg)
[…]
Na manhã seguinte, já éramos melhores amigos. Cantamos todas as músicas do Radiohead tão alto que a vizinha de baixo bateu com o cabo da vassoura no teto. Fizemos campeonato de quem imitava melhor a dança epilética do Ian Curtis, falamos mal das meninas que usavam saltos muito altos nos domingos ensolarados, pulamos de alegria quando descobrimos que estávamos lendo o mesmo livro do Philiph Roth e ele instalou todos os aparatos eletroeletrônicos que, assim como eu, aguardavam um homem inteligente dentro de uma caixinha semi aberta.
Ele foi embora se despedindo de mim com um beijo amigo e pela primeira vez na vida achei essa ideia ótima “ele está indo embora sem promessas de amor eterno e eu não estou sofrendo nem um pouco com isso”.
Sem mensagenzinhas de carinho ou e-mails fofos, seis dias depois nos encontramos de novo para mais uma maratona de sexo sem amor, e assim ficamos por uma vida. Com intervalos para quando ele arrumava uma namorada ou eu achava que arrumava um namorado. Era leve, divertido, gostoso e uma experiência incrível para a minha pessoa ciumenta: eu ajudava ele a paquerar em baladas e me divertia quando ele ligava na manhã seguinte “a mala da mina apaixonou, e agora?” E agora vamos no cinema mais tarde. E pronto.
Esse ano ainda não havíamos nos encontrado. Ele porque arrumou uma mulher bem ao seu estilo (que escolhe restaurante que aceita Visa Vale, usa chinelas crocs com meias de lã coloridas e super se preocupa mesmo com aquelas passeatas dentro do prédio de sociais da USP) e eu porque estava tão apaixonada por outra pessoa que preferia deitar na cama sozinha, só com a voz dele do outro lado da linha, a milhões de quilômetros de mim.
Ontem nos encontramos numa festa de um amigo em comum. Ele estressado, com a menina ciumenta ligando no seu celular de meia em meia hora; e eu pelos cantos, suspirando por mais um amor perdido pelo excesso.
Ficamos abraçados por horas. Meu coração não disparou e nem o dele. E só por isso o abraço durou tanto. (Tati Bernardi - Tudo Errado)

Como conseguem me substituir tão rápido assim? É tão fácil me esquecer e virar a página desse jeito? O difícil é olhar pro lado e se ver sozinha, se ver sem direção. Enxergar lá na frente algo totalmente desconhecido e que não tem sentido. Dizem que é fase e que passa rápido, mas tenho lá minhas dúvidas.. Já até me acostumei com as pessoas me trocando e me esquecendo, se cansando e me deixando de lado, até porque, eu também já cansei de mim. Sei que não deveria, mas cansei. Sei que erro fazendo isso, mas to exausta. São poucas as coisas que me fazem seguir.. Aliás, somente duas ou até uma. Já acostumei também com o fato de não ser boa ou suficiente pra muitas coisas (ou tudo) nesta vida. Acostumar não é sinônimo de não sentir dor por isso.. Não confunda! Dói e me desanima de um jeito inexplicável, e é por isso que prefiro dizer que não é nada, ninguém entenderia DE VERDADE tudo isso. (feelingsmixed)